terça-feira, 28 de junho de 2011

Tênis que prometem tonificar pernas e glúteos: mito ou verdade?

A novidade do momento na indústria de produtos esportivos é o tênis que esculpe coxas, panturrilhas e bumbum durante o uso. Mas será que o consumidor pode confiar na promessa dos fabricantes?

Para testar a eficácia do produto, o American Council of Exercise, em pesquisa conduzida por profissionais da Universidade de Wisconsin, comparou os benefícios dos tênis tonificadores com os dos modelos de corrida comuns. O resultado é frustrante: os dois estudos realizados mostram que não há diferenças significantes entre os dois tipos.

'Calçados não são pílula mágica', diz pesquisador
Para Todd Galati, membro do American Council of Exercise, a alegação dos fabricantes de que o tênis ajuda a queimar calorias e fortalecer os músculos é absurda. “Esses calçados não são uma pílula mágica. É a caminhada que vai fazer diferença na vida das pessoas, não o tênis”, disse Galati em entrevista à rádio americana NPR.

Não é o que pensa o presidente da marca Skechers, que comercializa os modelos tonificadores. Leonard Armato afirma que os estudos do American Council of Exercise são muito limitados e contradizem a posição do que ele chama de “mais de uma dúzia de pesquisas maiores e mais rigorosas”. Além disso, o executivo alega que a Skechers recebeu respostas positivas de 12 mil consumidores. “A maioria dessas pessoas disse que os benefícios do tênis mudaram suas vidas para melhor”, disse.

O embate entre a pesquisa do American Council of Exercise e os fabricantes dos tênis representa uma má notícia para quem esperava ficar em forma ao simples calçar de um sapato – mas, como aponta Galati, pode ser encarado como um incentivo para dar um gás na corrida matinal.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A difícil grama do vizinho

A inveja só faz mal a quem sente. Acho muito estranho quem diz que tem medo dos invejosos, coitados, nada farão!

A inveja é uma merda. Belo ditado. Dos pecados capitais, é o mais inaceitável. A luxúria e a vaidade estão na moda, a preguiça e a ira qualquer um pode sentir de vez em quando na intimidade do lar, a gula é simpática diante de uma novidade gastronômica, a avareza pode ser confundida com economia para um futuro tranquilo, mas a inveja... Só os muito maus podem sentir!

A inveja só faz mal a quem sente. Acho muito estranho quem diz que tem medo dos invejosos, coitados, nada farão! Se praga de invejoso desse certo, pobre Madonna, não daria um passo! Aliás ela deve ter se mordido com o vestido de carne da Lady Gaga! Das confessáveis, eu tenho inveja de quem levanta a perna alto. Sempre tive. Saí do balé por causa disso, cheguei à conclusão que passaria a vida toda sofrendo no alongamento em vão. Tenho inveja também de bunda grande, torço sempre que venha acompanhada de muita celulite para amenizar um pouco a minha desgraça. E de quem lê Nietzsche por prazer e com perfeita compreensão? Aí é inveja da mais pura com requintes de crueldade. Na adolescência, em plena discoteca (sim, eu sou do tempo do Village People), “o” gato mais lindo da matinê chama sua amiga para dançar, você fica mascando um chiclete velho, mas muito boa que é pensa: “Tomara que eles se casem e tenham um par de gêmeos fofos”. E eu muito má que sou, pensaria:
“Por que ele não descobre que a beleza dela é artificial? A linda, inteligente e a maravilhosa futura mamãe sou eu?”
-Vamos, gatinha, tá tocando Stevie Wonder!..
A inveja é tão ruim que temos a tendência de negá-la. Bobagem, qualquer recém-formado em psicologia sabe que esse é um sentimento inerente ao ser humano. O problema é o que fazer com ela. Penso que admiti-la já é um bom começo... para esquecê-la.

***
Eu me divirto lendo entrevistas em revistas de celebridades. Comemora-se uma paixão na ilha, depois sofre-se a perda num castelo vestida de dama da corte. Além de rugas não mais existirem, temos também uma espécie de photoshop cerebral. Os artistas estão sempre “procurando um novo amor, mas sem pressa”, “malhando muito pela saúde, beleza é consequência”, ou “apesar da idade, sinto-me melhor que nunca”, “nos separamos, mas continuamos amigos”. E quando tem que responder qual seu maior “defeito”? É incrível, ninguém tem defeito! Os melhores são: “ser perfeccionista demais”, “acreditar muito nas pessoas”, “trabalhar demais”. O mundo foi invadido por Gandhis generosos e muito bons!

Mas pensando bem será que a realidade venderia revista? Além das estrias, rugas e banhas, as bombásticas declarações seriam: “Estou procurando um novo amor, não aguento mais ficar sem homem”, “Sempre malhando muito, não posso engordar, tenho medo de perder o papel, tem um cigarrinho?”, “Tô velha, mas é melhor que morrer, não é mesmo?”, “Nos separamos e eu quero que ele vá para o quinto dos infernos, ele e aquela cachorra!”.
É, não daria certo, encalhe na banca.
Nossa, como eu sou má, será que é inveja

Já ficou com aquele sentimento de que todo mundo está errado no seu trabalho? Superiores, subordinados e pares.

Já ficou com aquele sentimento de que todo mundo está errado no seu trabalho? Superiores, subordinados e pares.
Nestas situações muitos profissionais acabam encontrando no ambiente de trabalho alguns profissionais que compartilham de suas idéias e a tendência é que eles formem uma “panelinha”.
O risco é viver uma “panelinha” de mártires que tenta explicar a “todo o mundo” que eles estão errados.
Mas quando todo o mundo está errado, todo o mundo está certo. Em muitos casos a percepção é a realidade (se ficou na dúvida, leia este post aqui.)
Utilizo a  palavra “realidade” neste contexto com uma intenção de tempo presente. A realidade hoje é esta; isto não quer dizer que ela não possa ser mudada ou reescrita.
Às vezes enxergamos realidades ou conclusões que a maioria das pessoas não percebe. Às vezes porque o errado é você, mas às vezes porque suas idéias podem ser tão inovadoras para o momento, que correm o risco de serem taxadas de loucura ou bizarrice. E neste caso, você precisa ajudar as pessoas a entenderem seu ponto de vista. Impô-lo, não adiantará de nada.
O mundo está repleto de pessoas que fizeram “a coisa certa” mas em um momento ou de uma forma inadequada. O “o quê” é importante, mas “o como” também. Algumas souberam adaptar suas abordagens até que “todo o mundo” percebesse a verdade.
Outros, só tiveram este reconhecimento muito tempo depois, e eventualmente nem vivenciaram este reconhecimento.
Por isto se você se sente incompreendido por todos em seu trabalho, ou ainda, acha que todo o mundo está errado, está na hora de rever seus conceitos ou as maneiras de expor suas idéias.
Neste sentido o melhor gênio é o que de fato consegue fazer de sua genialidade aplicações práticas que levem o mundo a um patamar melhor.
BOA SORTE!!

Pense bem, faça mais

Conhecer sua maneira de pensar pode ajudá-lo a cumprir metas. Saiba como organizar as ideias para ter mais resultados

O administrador de empresas paulista Álvaro Barros, de 36 anos, gerente-geral da Viacom, programadora americana de televisão, reserva as duas primeiras semanas do ano para fazer uma lista de suas metas para os próximos 12 meses. "Divido em duas partes: os objetivos pessoais e os profissionais", diz.

Cada uma das abas é subdividida em diversos temas. Filhos, finanças, férias e saúde ficam na aba pessoal. Novos clientes, aumento de receita e contratações são alguns dos assuntos inseridos na aba profissional. Ao terminar, Álvaro imprime o documento e, pasme, coloca-o em uma pasta que o acompanha no dia a dia. Toda segunda-feira de manhã ele faz uma grande revisão dos objetivos.

É quando Álvaro desdobra as grandes metas em ações pontuais. "Minha primeira atividade é a preparação dos objetivos da semana", diz. Diferentemente da listagem anual, suas metas podem sofrer algumas alterações no decorrer do mês. Pode ser que você ache Álvaro extremamente metódico. Ele, porém, encontrou uma maneira eficiente de concretizar seus objetivos e minimizar as frustrações no trabalho e no plano pessoal.

"Já perdi a ilusão de cumprir tudo. Mas, sem dúvida, com esse método realizo muito mais coisas do que se não o fizesse", diz Álvaro. Existem várias formas de executar uma meta. O natural, no entanto, é fazê-lo sempre à mesma maneira — aquela a qual estamos acostumados e que já sabemos que dará certo. Especialistas em estilos cognitivos (ou estilos de personalidade) comentam que usar a mesma fórmula de execução tem vantagens, mas que há situações em que o método estruturado tem de dar lugar a um processo mais livre, mais criativo.

Se você trabalha em projetos distintos ou com equipes diferentes e não compreende esse ponto, corre o risco de entrar em atrito com o time ou o gestor da tarefa. "Estruturar o objetivo ajuda a alcançá-lo com agilidade e eficiência", diz Gazi Islam, professor de comportamento organizacional do Insper, de São Paulo. Mas viciar-se em um método de estruturação pode ser arriscado.

Gazi lembra que, até os anos 1980, fixar um objetivo e traçar caminhos para concretizá-lo era a regra. Estudos mais recentes passaram a contestar essa teoria. "Para funções criativas ou voltadas à inovação, o ideal é ter uma cabeça mais aberta e deixar o fluxo rolar, sem fórmulas", diz.


Qual é o seu estilo?
O ponto de partida é conhecer sua forma de pensar. De acordo com um estudo recente dos cientistas americanos Kachina Allen, Steven Ibara, Amy Seymour, Natalia Cordova, e Matthew Botvinick, o cérebro usa dois modelos básicos de planejamento. O primeiro afirma que uma ação leva a outra. Por exemplo: primeiro faço A, depois faço B para chegar ao C. O segundo diz que duas ações simultâneas são mais eficazes para atingir um objetivo.

Ou seja, faço A e B ao mesmo tempo para chegar ao C. Para Rafael Alcadipani, professor adjunto da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV-Eaesp), de São Paulo, no entanto, existem muitos outros modelos de planejamento mental. "O mais importante é saber qual é seu jeito de chegar ao resultado. Para isso, é preciso experimentar e descobrir qual fórmula funciona melhor para si." Essa é a maneira de detectar os erros e corrigi- los nas próximas execuções. "Também é a forma de identificar os êxitos e repeti-los", diz Jane Souza, consultora da Soma Desenvolvimento Corporativo, de São Paulo.

Conhecer de que maneira você planeja e executa suas ações pode ajudá-lo a cumprir seus objetivos com mais eficiência e aumentar os acertos. O efeito da prática pode ter impacto no seu bolso, já que os bônus são pagos por resultado. Agora, o maior benefício pode ser o fato de não ter de se deparar com aquela sensação, no final do ano, de que outros 12 meses se passaram e você não conquistou o que pretendia.

Confiança na intuição
AlAn Strozenberg, vice-presidente da agência de publicidade Z+, de 41 anos, e Max Petrucci, presidente da Garage interactive Marketing, de 43 anos, confiam na experiência que acumularam com os anos de trabalho e apostam na intuição para alcançar objetivos. "eu não faço anotações, tampouco elaboro diagramas. entendo qual é o objetivo e vou atrás dele", diz Max, da Garage. alan age da mesma forma: "Vou atrás da minha intuição", diz. a ciência define a intuição como a contribuição pessoal dos indivíduos para a solução dos problemas.

O jornalista e escritor Malcolm Gladwell, autor de Blink – A Decisão num Piscar de Olhos (ed. Rocco), afirma que a intuição é baseada no conjunto de conhecimentos próprios, adquiridos pelas múltiplas experiências de vida.

Profissionais mais experientes tendem a ter mais sucesso utilizando o método da intuição. segundo Max, o planejamento não é totalmente livre. estabelecer pequenas metas, como objetivos intermediários, ajuda principalmente quando a equipe também está envolvida e é importante que se visualize o caminho. o método permite detectar os erros mais facilmente durante a execução e faz com que o monitoramento dos objetivos por todos os integrantes seja mais fácil.

voce tem fome de que voce tem sede de que

“A gente não quer só dinheiro, a gente quer dinheiro e felicidade”…

 Nas conversas com executivos e professores, uma pergunta que sempre vem à tona é: “Como motivo meu liderado/aluno a que querer fazer a tarefa com o máximo de qualidade”? Como líder, preciso saber como estimular as pessoas, afinal de contas, liderar não é fazer. Liderar é fazer fazer.
Algumas respostas aparecem: – “Faça uma campanha de incentivo”! – “Avise que se não fizer a tarefa irá perder meio ponto na média final”! Nossa forma de agir está baseada na premissa de que o mundo gira em torno de estímulo e recompensa, e costumamos pensar que:
1. Recompensa: ajuda a obter o tipo de comportamento que queremos.
2. Punição: aumenta a chance de alguém fazer o que queremos.
Quando tentamos motivar alguém a fazer algo (motivação externa), normalmente oferecemos uma promessa ou uma ameaça. Nas tarefas em que temos um esforço físico –“faça isso, ganhe aquilo” – quanto maior a recompensa, melhor o resultado. Porém, quando envolvemos habilidades cognitivas, aumentar a recompensa nem sempre é diretamente proporcional à melhora do resultado. Se considerarmos que atualmente a maior parte dos profissionais trabalha mais com a cabeça e o coração do que com os braços e as pernas, pare e reflita: de que forma tenho motivado as pessoas da minha equipe e/ou meus alunos?
A motivação externa funciona apenas em curto prazo e para a melhora pontual do resultado. Se quiser perenizá-la, você será obrigado a oferecer mais recompensas ou a aumentar a punição. Com isso, ocorre a perda da produtividade e do comprometimento. Lembre-se: para as atividades simples e diretas, recompensa gera resultado. Para tarefas mais complicadas que envolvem criatividade, raciocínio e conceitos, recompensas não motivam. Fato: dinheiro é importante, mas como um requisito. As pessoas nunca ficarão motivadas se ganharem pouco. Pague o suficiente para que o colaborador pense em trabalho, não em dinheiro. Entre ganhar mal e ganhar muito existe um abismo.
Acredito que a pergunta inicial sobre motivação é: o que motiva aquela pessoa a fazer determinada tarefa? Ao olharmos mais de perto, percebemos que o prazer de fazer é a própria recompensa. O desempenho em si fornece uma satisfação pessoal antes, durante e depois da realização da tarefa. Este impulso para a ação gera uma recompensa intrínseca – a motivação interna. São três os seus componentes: Autonomia, Domínio e Propósito.
Se você quer pessoas engajadas, ensine, estabeleça critérios, procedimentos e depois delegue. As pessoas precisam de autonomia sobre a tarefa (aquilo que fazem), o tempo (quando o fazem), a equipe (com quem o fazem) e a técnica (como fazem). Quanto de autonomia os seus liderados têm hoje no trabalho? É suficiente? Você tem condições de delegar quaisquer das tarefas que poderiam estar impedindo-o de buscar outros desafios? Pense nisso!
O domínio é a vontade de se tornar melhor em algo. “Não basta fazer coisas boas – é preciso fazê-las bem”… já dizia Santo Agostinho. A excelência é um estado mental, pois requer a aptidão para pensar em nossas habilidades não como finitas, mas sempre passíveis de aprimoramento. A excelência é dolorosa, pois exige esforço, determinação e prática deliberada. E por último, a excelência é muito mais a busca do que a conquista, o que a torna, a um só tempo, frustrante e sedutora. Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho!
As pessoas, por natureza, estão em busca de um causa maior e mais duradoura do que elas mesmas. A vida profissional pode ser uma forma de encontrar a sua estória, deixar a sua marca. Quando entramos no mercado de trabalho queremos um salário e uma segurança (emprego). Com o passar do tempo, percebemos que agora já temos uma atividade que não só me remunera, mas também me deixa a cada dia melhor (profissão). A qualificação diária abre a perspectiva de um futuro promissor (carreira). E depois de muito tempo, existe um momento que você fala pra si: “Nasci pra fazer isso! Como gosto desse trabalho”! (vocação = voz interior). Esse prazer em fazer a tarefa pode começar a impactar positivamente outras pessoas, comunidades, cidades, países e até o mundo. Quando isso acontece, você descobre a sua missão na vida (propósito). Qual é o seu legado?
Quando pensar na próxima vez em motivar sua equipe e/ou seus alunos, invista um tempo em conhecer o que gostam de fazer e o que fazem muito bem. Em seguida procure alinhar o interesse e as habilidades de cada um com os respectivos objetivos de vida. Não é uma tarefa fácil, mas é fundamental para o engajamento e a entrega de resultados acima das expectativas.
E aqui vai uma Dikaduca: para conhecer mais sobre motivação, assista a dois vídeos de Daniel Pink, autor do livro “Drive”, da Editora Campus (na versão brasileira o nome é “Motivação 3.0”).
 Mochila nas costas e até a próxima trilha!
Paulo Campos

BRIGADEIRO DE COPO

UMA DELICIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIA!!!!!

ingredientes

  • 600 g de morangos cortados em cubos
  • 1/3 xícara (chá) de aceto balsâmico
  • 1/2 xícara (chá) de açúcar
  • 2 latas de leite condensado
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 150 g de chocolate meio amargo picado
  • 200 ml de creme de leite fresco batido em ponto de chantilly

modo de preparo

1 - Numa tigela coloque 600 g de morangos cortados em cubos, 1/3 de xícara (chá) de aceto balsâmico e 1/2 xícara (chá) de açúcar, misture e deixe marinando por +/- 1 h. Em seguida escorra os morangos numa peneira e reserve a marinada.
2 - Coloque numa panela 2 latas de leite condensado, 2 colheres (sopa) de manteiga e leve ao fogo baixo, mexendo sempre por +/- 8 minutos. Desligue o fogo e adicione 150 g de chocolate meio amargo picado misturando bem até derreter. Acrescente ao chocolate a marinada do morango (reservada acima) e misture.
3 - Retire 1/3 desta mistura de chocolate e adicione 200 ml de creme de leite fresco batido em ponto de chantilly e misture bem.
4 - Em 8 taças distribua os morangos marinados (reservados acima). Coloque uma camada de chocolate com a marinada de aceto balsâmico e em seguida uma camada de chocolate com chantilly. Leve à geladeira para gelar. Sirva em seguida

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Conheça o Tibete, apontado como o "topo do mundo"

Templo no topo da montanha Potala. O Tibete é a região mais alta do mundo

O Tibete ou Tibet é uma região autônoma chinesa que há décadas luta por sua independência. Famosa pelos templos budistas – o Dalai Lama é o seu líder religioso – e por abrigar a maior parte do Himalaia, o território é ainda pouco explorado pelos brasileiros, mas o turismo cresce a cada ano. Veja abaixo dicas para o viajante que quer conhecer o “topo do mundo”.

Veja – Lhasa
A capital do Tibete fica a uma altitude de 3.650 metros e a aclimatação dos visitantes leva algum tempo, por conta do ar rarefeito. Não deixe de ver o templo Jokhang, que abriga a mais preciosa relíquia religiosa do território: uma estátua de ouro do Buda Sakyamuni. Conheça também o mercado local de Barkhor – foco religioso e social de Lhasa.

Ouça – Tigelas cantantes
A melhor data para conhecer as tigelas cantantes do Tibete – cujos sons produzidos dizem ter propriedades terapêuticas – é em 15 de junho, no mosteiro de Drepung. Mas é possível encontrá-las (por vezes acompanhadas por sinos tibetanos) em quase todas as ruas. Elas são produzidas por populares.

Coma – Tsampa
Este é o principal alimento do povo tibetano, produzido a partir de uma massa feita com farinha de cevada torrada e manteiga de iaque. O Tsampa, servido em praticamente todas as refeições, normalmente é acompanhado por chá de manteiga (veja abaixo).

Prove – Chá de manteiga
É algo semelhante à cerveja, mas produzido com manteiga de iaque no lugar de água. Feito por um método verdadeiramente misterioso, tem o poder de conferir mais energia e longa vida, além de ser especialmente indicado para suportar grandes altitudes – apesar de não ter um sabor dos mais agradáveis.

Vista – Roupas para qualquer eventualidade
O clima no Tibete é um dos mais intensos do planeta. O território convive com extremos de temperaturas – o que exige planejamento. Assim, é aconselhável usar roupas que aqueçam e que, ao mesmo tempo, sejam fáceis de transportar. Um chapéu e óculos escuros também são itens obrigatórios, visto que a exposição à radiação ultravioleta é muito alta.

Beva – Muita água
O Tibete é alto, muito alto. E só de andar neste clima é possível sentir os sintomas e o desconforto da falta de ar, como dores de cabeça, náuseas e perda de apetite, isso até o corpo se adaptar ao terreno elevado, o que pode demorar vários dias. Por isso, o ideal é ingerir ao menos três litros de água por dia.

Não peça – Legumes cozidos
Curiosamente, devido à altitude, a água ferve a 90oC (em vez de a 100°C no nível do mar), o que torna o cozimento mais difícil.

Não fale – ‘Que linda ferrovia’
A nova estrada de ferro da China, que passa na capital tibetana Lhasa, ajudou a aumentar os números do turismo local (em 64%), mas também tem sido utilizada para transportar tropas chinesas na capital tibetana